Ficha de leitura nº9
Unidade: Reprodução, Genética e Imunidade
Resumo: Dia 16 de Março de 2015 foi publicado na revista cientifica "Proceedings of the National Academy of Sciences" por investigadores de Standford. Estes descobriram que pode ser possível forçar o amadurecimento das células leucémicas ao ponto de reprogramar o seu comportamento para que se tornem glóbulos brancos funcionais, ou seja células de defesa. Os investigadores isolaram células leucémicas de um paciente com B-ALL( Leucemia Linfoblástica Aguda De células B), e alimentaram-nas com vários tipos de substâncias, os chamados fatores de crescimento, depois de várias observações chegaram á conclusão que as células cancerígenas estavam a mudar de forma e tamanho, acabando assim por se transformar num tipo de glóbulo branco, chamado macrófago.
Fonte: https://cientistasdescobriramque.wordpress.com/2015/04/28/e-possivel-transformar-celulas-de-leucemia-humana-em-celulas-de-defesa/
Neste blog encontrarás notícias que os alunos do 12º B da ESALV achem importantes e pertinentes sobre os temas abordados. durante o ano.
sábado, 30 de maio de 2015
Pessoas com Sindrome de Down são menos susceptíveis a desenvolverem tumores
Ficha de Leitura nº 8
Unidade: Reprodução, Genética e Imunidade
Resumo: No ano de 2012, cientistas publicaram na revista cientifica "The Lancet", dados de 13 anos de pesquisa a respeito da mortalidade de cerca de 18.000 pessoas com síndrome de Down. O estudo em questão mostrou que são mais propensas a alterações cardíacas congénitas, demência e hipotiroidismo, mas que por outro lado têm uma menor tendência a desenvolverem tumores malignos.
Fonte: https://cientistasdescobriramque.wordpress.com/2015/05/05/pessoas-com-sindrome-de-down-sao-menos-susceptiveis-a-desenvolverem-tumores/
Unidade: Reprodução, Genética e Imunidade
Resumo: No ano de 2012, cientistas publicaram na revista cientifica "The Lancet", dados de 13 anos de pesquisa a respeito da mortalidade de cerca de 18.000 pessoas com síndrome de Down. O estudo em questão mostrou que são mais propensas a alterações cardíacas congénitas, demência e hipotiroidismo, mas que por outro lado têm uma menor tendência a desenvolverem tumores malignos.
Fonte: https://cientistasdescobriramque.wordpress.com/2015/05/05/pessoas-com-sindrome-de-down-sao-menos-susceptiveis-a-desenvolverem-tumores/
Cientistas eliminam Cancro do Pâncreas em 6 dias
Ficha de leitura nº7
Unidade: Imunidade e controlo de Doenças
Resumo: Cientistas britânicos desenvolveram uma droga que consegue romper a barreira protetora que envolve o tumor do pâncreas, o que permite ao sistema imune atacar e matar as células cancerígenas. "Proteína que envolve o tumor é atacada por células do sistema imunitário."
Noticia: Testes iniciais do tratamento- que consiste em doses do medicamento combinadas com uma substancia que potencializa a ação das células de defesa do organismo- resultaram na eliminação quase total do cancro em ratinhos de laboratório em 6 dias. As conclusões forma divulgadas na publicação cientifica americana PNAS. De acordo com a universidade de Cambridge, é primeira vez que se consegue um resultado com esta dimensão.
Segundo os investigadores, o tratamento poderá também ser usado noutros tipos de tumores sólidos- Como o cancro do pulmão ou o cancro do ovário. O cancro do pâncreas, um dos mais letais, é a oitava causa mais comum de morte por cancro no mundo. Afeta homens e mulheres e é mais frequente em pessoas com idades acima dos 60 anos.
Proteína atacada por células T
O estudo, liderado pelo professor Douglas Fearon, observou que a barreira em volta das células do cancro é formada pela proteína quimiocina CVL12, que é produzida por células especializadas do tecido conjuntivo- responsável por unir e proteger os outros tecidos.
A proteína envolve as células e forma uma espécie de escudo contra as células T- que fazem parte do sistema de defesa do organismo.
O novo tratamento permite que as células T penetrem a proteína CXL12. Desta forma o escudo deixa de funcionar e as células conseguem atacar o tumor. "Ao permitir que o corpo use as suas próprias defesas para atacar o cancro, esta solução tem o potencial de melhorar muito o tratamento de tumores sólidos", disse Fearon. De acordo com a Universidade de Cambridge, ainda não há data para testes clínicos em seres humanos.
Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/cientistas-eliminam-cancro-do-pancreas-em-ratinhos-em-seis-dias
Unidade: Imunidade e controlo de Doenças
Resumo: Cientistas britânicos desenvolveram uma droga que consegue romper a barreira protetora que envolve o tumor do pâncreas, o que permite ao sistema imune atacar e matar as células cancerígenas. "Proteína que envolve o tumor é atacada por células do sistema imunitário."
Noticia: Testes iniciais do tratamento- que consiste em doses do medicamento combinadas com uma substancia que potencializa a ação das células de defesa do organismo- resultaram na eliminação quase total do cancro em ratinhos de laboratório em 6 dias. As conclusões forma divulgadas na publicação cientifica americana PNAS. De acordo com a universidade de Cambridge, é primeira vez que se consegue um resultado com esta dimensão.
Segundo os investigadores, o tratamento poderá também ser usado noutros tipos de tumores sólidos- Como o cancro do pulmão ou o cancro do ovário. O cancro do pâncreas, um dos mais letais, é a oitava causa mais comum de morte por cancro no mundo. Afeta homens e mulheres e é mais frequente em pessoas com idades acima dos 60 anos.
Proteína atacada por células T
O estudo, liderado pelo professor Douglas Fearon, observou que a barreira em volta das células do cancro é formada pela proteína quimiocina CVL12, que é produzida por células especializadas do tecido conjuntivo- responsável por unir e proteger os outros tecidos.
A proteína envolve as células e forma uma espécie de escudo contra as células T- que fazem parte do sistema de defesa do organismo.
O novo tratamento permite que as células T penetrem a proteína CXL12. Desta forma o escudo deixa de funcionar e as células conseguem atacar o tumor. "Ao permitir que o corpo use as suas próprias defesas para atacar o cancro, esta solução tem o potencial de melhorar muito o tratamento de tumores sólidos", disse Fearon. De acordo com a Universidade de Cambridge, ainda não há data para testes clínicos em seres humanos.
Fonte: http://lifestyle.sapo.pt/saude/noticias-saude/artigos/cientistas-eliminam-cancro-do-pancreas-em-ratinhos-em-seis-dias
Alimentos têm resíduo de agrotóxico acima do permitido no País, diz Anvisa
Ficha de Leitura Nº9
Unidade: Produção de alimentos e sustentabilidade
Assunto: Terra teve acesso a relatório que aponta irregularidades em 36% das amostras analisadas em 2011 e 29% em 2012
Noticia: Relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que boa parte de frutas, legumes e verduras consumidos pelos brasileiros apresenta altas taxas de resíduos de agrotóxico. O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), ao qual o Terra teve acesso, mostra que 36% das amostras analisadas em 2011 e 29% das amostras de 2012 apresentaram irregularidades.
Unidade: Produção de alimentos e sustentabilidade
Assunto: Terra teve acesso a relatório que aponta irregularidades em 36% das amostras analisadas em 2011 e 29% em 2012
Noticia: Relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aponta que boa parte de frutas, legumes e verduras consumidos pelos brasileiros apresenta altas taxas de resíduos de agrotóxico. O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (Para), ao qual o Terra teve acesso, mostra que 36% das amostras analisadas em 2011 e 29% das amostras de 2012 apresentaram irregularidades.
A pesquisa estabelece dois tipos de irregularidades, uma quando a amostra contém agrotóxico acima do Limite Máximo de Resíduo (LMR) permitido e outra quando a amostra apresenta resíduos de agrotóxicos não autorizados para o alimento pesquisado. Das amostras insatisfatórias, cerca de 30% se referem a agrotóxicos que estão sendo reavaliados pela Anvisa.
A Anvisa analisou 3.293 amostras de 13 alimentos monitorados: abacaxi, alface, arroz, cenoura, feijão, laranja, maçã, mamão, morango, pepino, pimentão, tomate e uva. A escolha dos alimentos baseou-se nos dados de consumo obtidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na disponibilidade destes alimentos nos supermercados no Distrito Federal e nos Estados e no perfil de uso de agrotóxicos nestes alimentos.
De acordo com a Anvisa, pelo menos dois agrotóxicos que nunca foram registrados no Brasil foram detectados nas amostras: o azaconazol e o tebufempirade. "Isto sugere que os produtos podem ter entrado no Brasil por contrabando", diz a agência.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/noticias/noticia10.php
Detectados 26 casos de câncer de tireoide em crianças de Fukushima
Ficha de leitura nº 8
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Detectados 26 casos de câncer de tireoide em crianças de Fukushima
Resumo: Outros 32 menores de idade da cidade apresentaram sintomas da doença.
Ainda é cedo para saber se casos estão relacionados a acidente nuclear.
A OMS afirma que crianças da região tem risco mais alto de desenolverem câncer de tireoide.
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Detectados 26 casos de câncer de tireoide em crianças de Fukushima
Resumo: Outros 32 menores de idade da cidade apresentaram sintomas da doença.
Ainda é cedo para saber se casos estão relacionados a acidente nuclear.
A OMS afirma que crianças da região tem risco mais alto de desenolverem câncer de tireoide.
Noticia: Os últimos exames médicos detectaram 26 casos de crianças com câncer de tireoide na cidade de Fukushima, no Japão, embora seja cedo para saber se estão relacionados com a crise nuclear.
O comitê encarregado de realizar os testes regulares em Fukushima analisou, desde outubro de 2011 até o momento, cerca de 226 mil moradores na região, segundo informou nesta quinta-feira (dia 14) o jornal "Japan Times".
Além dos casos de câncer de tireoide já diagnosticados, outros 32 menores de idade da cidade apresentaram sintomas da doença. O número é superior ao apresentado em agosto, quando o estudo detectou até 18 casos de crianças diagnosticadas com a doença e outros 25 casos suspeitos.
Um grupo de especialistas locais disse que é breve demais para determinar que estes casos estejam ligados à catástrofe nuclear, visto que o câncer de tireoide se desenvolve com "grande lentidão".
Um grupo de especialistas locais disse que é breve demais para determinar que estes casos estejam ligados à catástrofe nuclear, visto que o câncer de tireoide se desenvolve com "grande lentidão".
O iodo radioativo tende a se acumular nas glândulas da tireoide provocando a doença, que afeta especialmente crianças pequenas.
O número de crianças afetadas por câncer de tireoide entre os 10 e 14 anos em Fukushima é consideravelmente maior que o da média do país, embora esses dados não sejam facilmente comparáveis porque não foi feito nenhum estudo tão exaustivo em outras áreas do Japão.
Após o desastre de Chernobyl foram diagnosticados mais de 6 mil casos de crianças com câncer da tireoide, atribuído principalmente ao consumo de leite contaminado, de acordo com o Comitê Científico das Nações Unidas.
Fukushima ampliará o número de pessoas que participarão do próximo estudo, que será realizado em abril do ano que vem a fim de examinar a saúde das pessoas nascidas depois do tsunami do dia 11 de março de 2011.
O número de crianças afetadas por câncer de tireoide entre os 10 e 14 anos em Fukushima é consideravelmente maior que o da média do país, embora esses dados não sejam facilmente comparáveis porque não foi feito nenhum estudo tão exaustivo em outras áreas do Japão.
Após o desastre de Chernobyl foram diagnosticados mais de 6 mil casos de crianças com câncer da tireoide, atribuído principalmente ao consumo de leite contaminado, de acordo com o Comitê Científico das Nações Unidas.
Fukushima ampliará o número de pessoas que participarão do próximo estudo, que será realizado em abril do ano que vem a fim de examinar a saúde das pessoas nascidas depois do tsunami do dia 11 de março de 2011.
Emissão de gases-estufa deve passar limite ideal até 2020, alerta ONU
Ficha de leitura nº 7
Unidade: Preservar e recuperar o meio ambiente
Assunto: Nível de emissões será até 12 bi toneladas de gases maior que o ideal. ONU pede que países lutem para desacelerar aquecimento.
Unidade: Preservar e recuperar o meio ambiente
Assunto: Nível de emissões será até 12 bi toneladas de gases maior que o ideal. ONU pede que países lutem para desacelerar aquecimento.
Resumo: As emissões de gases do efeito-estufa em 2020 serão entre 8 e 12 bilhões de toneladas a mais do que o nível necessário para manter o aquecimento global em apenas 2º C e evitar uma grave mudança climática, estimou um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU).
Noticia: O relatório anual do Programa nas Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) analisou as atuais promessas de países para reduzir as emissões, e se seriam suficientes.
O estudo constatou a diferença de 8 a 12 bilhões de toneladas por ano a partir da análise das promessas feitas por governos e reduções necessárias que os cientistas estimam para 2020, com intuito de evitar os efeitos potencialmente devastadores do aquecimento global. A estimativa foi pouco diferente do levantamento de 8-13 bilhões do ano passado.
É "cada vez mais difícil" manter o rumo para limitar os aumentos de temperatura, e a ação global é necessária para acabar com a diferença de emissões, diz o relatório. Em 2010, os países concordaram em agir para limitar o aumento de temperatura, mas muitos não conseguiram fazer as reduções de emissão para respaldar as promessas.
É "cada vez mais difícil" manter o rumo para limitar os aumentos de temperatura, e a ação global é necessária para acabar com a diferença de emissões, diz o relatório. Em 2010, os países concordaram em agir para limitar o aumento de temperatura, mas muitos não conseguiram fazer as reduções de emissão para respaldar as promessas.
Representantes de mais de 190 países vão se reunir em Varsóvia, na Polônia, na próxima semana para uma conferência da ONU para discutir cortes de emissões sob um novo pacto climático, que será assinado até 2015, mas que só entrará em vigor em 2020.
Cientistas disseram que as emissões anuais não poderiam ser de mais de cerca de 44 bilhões de toneladas (gigatoneladas) por ano até 2020 para ter uma boa chance de limitar o aumento geral da temperatura a menos de 2º C.
As emissões totais globais de gases que provocam o efeito-estufa em 2010 já são de 50,1 gigatoneladas, destacando a escala da tarefa adiante. "Ação adiada significa uma taxa maior de mudança climática no curto prazo e provavelmente impactos climáticos no curto prazo, assim como o uso continuado de infraestrutura intensiva de energia e intensiva de carbono", disse o subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, em comunicado.
Cientistas disseram que as emissões anuais não poderiam ser de mais de cerca de 44 bilhões de toneladas (gigatoneladas) por ano até 2020 para ter uma boa chance de limitar o aumento geral da temperatura a menos de 2º C.
As emissões totais globais de gases que provocam o efeito-estufa em 2010 já são de 50,1 gigatoneladas, destacando a escala da tarefa adiante. "Ação adiada significa uma taxa maior de mudança climática no curto prazo e provavelmente impactos climáticos no curto prazo, assim como o uso continuado de infraestrutura intensiva de energia e intensiva de carbono", disse o subsecretário-geral da ONU e diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, em comunicado.
Estudos mostraram que as emissões poderiam ser reduzidas em 14-20 gigatoneladas/ano a um custo de até 100 dólares por tonelada de dióxido de carbono equivalente se as promessas fossem mais ambiciosas e expandidas para incluir todos os países e mais indústrias, dizia o relatório.
O relatório cita o aumento da eficiência energética, energia renovável, melhorias nas práticas agrícolas e a reforma de subsídios ao combustível fóssil como maneiras de diminuir as emissões.
"Conforme seguimos para Varsóvia para a última rodada de negociações climáticas, há uma necessidade real de aumento da ambição por todos os países: ambição que pode levar os países mais rápido e mais longe na direção de resolver as lacunas das emissões e de um futuro sustentável para todos", disse Christiana Figueres, secretária-executiva da Convenção Básica das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, no comunicado.
O relatório cita o aumento da eficiência energética, energia renovável, melhorias nas práticas agrícolas e a reforma de subsídios ao combustível fóssil como maneiras de diminuir as emissões.
"Conforme seguimos para Varsóvia para a última rodada de negociações climáticas, há uma necessidade real de aumento da ambição por todos os países: ambição que pode levar os países mais rápido e mais longe na direção de resolver as lacunas das emissões e de um futuro sustentável para todos", disse Christiana Figueres, secretária-executiva da Convenção Básica das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, no comunicado.
Fonte: http://www.sobiologia.com.br/conteudos/noticias/noticia8.php
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Herpes e Câncer de pele
Ficha de leitura nº 9
Unidade: Imunidade e controlo de doenças
Assunto: Cientistas usam vírus da herpes para curar câncer de pele
Resumo: Uma versão geneticamente modificada do vírus que causa herpes pode curar câncer de pele, de acordo com pesquisadores. O vírus da herpes modificado é inofensivo para células normais mas, quando injectado em tumores, se replica e liberta substâncias que ajudam a combater o câncer.
Notícia:Resultados de testes divulgados na publicação científica Journal of Clinical Oncology mostram que a terapia pode aumentar a sobrevivência dos pacientes por anos - mas apenas para alguns portadores de melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. O tratamento ainda não foi licenciado. "Quando o vírus da herpes infecta uma célula ele cresce dentro dela e a faz explodir, infectando as células ao redor. Por isso a ferida, são as células morrendo na sua pele", explica Richard Marais, do Cancer Research UK.
Eles modificaram o vírus de três maneiras. Primeiro, fizeram com que parasse de causar herpes. Segundo, fizeram com que crescesse apenas nas células cancerígenas. Por último, fizeram ele ser atraente para o sistema imunológico. Por isso, quando injetado em um tumor, ele mata o tumor e ativa o sistema imunológico, que caça outros tumores para matá-los, conclui.Para ele, a técnica poderá ser usada, no futuro, para combater outros tipos de câncer.Tratamentos semelhantes de imunoterapia para melanoma já estão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, mas os pesquisadores acreditam que o vírus modificado, conhecido como T-Vec, poderia se somar a isso. Seria também o primeiro tratamento para melanoma que usa um vírus.
O estudo é o maior teste aleatório de um vírus anticâncer e envolveu 436 pacientes de 64 centros nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e África do Sul que tinham melanomas malignos inoperáveis.Há um crescente entusiasmo com o uso de tratamentos virais como T-Vec para o câncer, porque eles podem lançar um ataque duplo nos tumores - matando células cancerígenas diretamente e colocando o sistema imunológico contra elas", diz o coordenador dos testes no Reino Unido, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.E, como o tratamento viral pode ter como alvo células cancerígenas especificamente, há uma tendência a ter menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional ou algumas das novas imunoterapias."
Mais pesquisaEstudos anteriores mostraram que o T-Vec poderia beneficiar algumas pessoas com câncer de pele avançado, mas este é o primeiro estudo a provar um aumento de sobrevivência", disse Hayley Frend, gerente de ciência da informação do Cancer Research UK. O próximo passo vai ser entender por que apenas alguns pacientes respondem ao tratamento com T-Vec, para ajudar a identificar quais pacientes poderiam se beneficiar disso", diz.
De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil (25% dos casos), o melanoma - que é mais grave, devido à possibilidade de metástase - representa 4% dos tumores malignos de pele. Os riscos de desenvolver câncer de pele aumentam com a exposição a raios UV.
Fonte: http://www.biologia.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=999&tit=Herpes-e-Cancer-de-pele
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