segunda-feira, 1 de junho de 2015

ficha de leitura nº4

Cientistas criam mapa genético das mutações do cancro da próstata

Unidade Património Genético
Assunto: Mapa genético pode ajudar a criar novos tratamentos

Um grupo de investigadores criou o primeiro mapa genético das mutações do cancro da próstata com metástases por todo o corpo e que poderá servir de guia a novos tratamentos.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Saude/Interior.aspx?content_id=4581764

Como vencer o cancro

Ficha nº9
Unidade imunidade e controlo de doenças
Assunto: avanços no controlo de doenças
Resumo:
E se fosse possível reprogramar as células malignas para voltarem a ser normais? Uma descoberta sensacional promete torná-lo realidade.
Decerto não lhe diz nada, mas a seguinte sequência de letras e sinais constitui a perfeita reprodução de uma nova filantropia: C l C 1 = C C = C ( C 2 = N [ C @ @ H ](CC(COC(C)(C)C)=O)C3=NN=C(C) N3C4=C2C(C)=C(C)S4)C=C1. É assim que se transcreve a identidade química de uma molécula contra o chamado “carcinoma de linha média com reordenamento do gene NUT”, um tipo raro e agressivo de cancro que costuma causar a morte dos doentes menos de um ano depois do diagnóstico.

Fonte:
http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2703:como-vencer-o-cancro&catid=3:artigos&Itemid=77

Nem tudo está nos genes

Ficha nº8
Unidade 2: hereditariedade
Resumo:

O ambiente, a alimentação, o exercício ou as relações sociais podem reescrever, feliz ou infelizmente, as instruções genéticas que herdámos.

A jornalista A.M. gaba-se da sua paixão pelas emoções fortes, enquanto a irmã, J.M., sócia de um prestigiado escritório de advogados, tem receio de tudo. A primeira passou a vida a cobrir guerras, qual delas a mais perigosa, e não teve filhos. A advogada casou com um colega, constituiu família e apenas viajou uma vez para o estrangeiro. O mais surpreendente é que as duas mulheres são gémeas, ou seja, partilham o mesmo ADN. De acordo com o investigador Zachary Kaminsky e os seus colegas da Universidade de Toronto, no Canadá, elas constituem a melhor prova de que os genes “não ditam a nossa personalidade, nem o nosso destino”, como concluíam ao descrever o caso na revista Twin Research and Human Genetics.

Às ordens dos genes

Ficha nº7
Unidade 2: hereditariedade
Assunto:Genética
Resumo:
Nancy Segal estuda casos de gémeos separados à nascença, para perceber se são os genes ou o ambiente o que influencia o comportamento.

Um dos casos mais extraordinários nas investigações sobre gémeos é o de Yufe e Oskar Storh, nascidos em 1933, fruto da união entre um judeu romeno e uma alemã católica. O casal separou-se quando os filhos tinham seis meses de idade. O pai ficou com Jack, que educou na religião judaica, na ilha de Trinidad. A mãe levou Oskar para a Alemanha, onde foi criado no catolicismo. Pareciam-se como duas gotas de água, pois partilhavam cem por cento dos seus genes, mas as experiências que viveram não podiam ser mais díspares. No protetorado britânico, Jack cresceu com o receio de que se soubesse da sua origem alemã. Por sua vez, Oskar foi recrutado pela Juventude Hitleriana. Tiveram um breve encontro em 1954, mas foi um desastre. Jack não falava alemão e ambos se olharam com temor. Dezasseis anos depois, em 1980, aceitaram participar no MISTRA (sigla de Minnesota Study of Twins Reared Apart), um estudo sobre gémeos criados em separado, dirigido pelo psicólogo Thomas Bouchard na Universidade do Minnesota.

Ficha de leitura nº 9

Unidade: imunidade e controlo de doenças

Resumo: foi criada na universidade de coimbra uma vacina que anula o efeito do antraz (químico regularmente utilizado em armas biológicas por terroristas e não só)

Notícia: Uma equipa do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra desenvolveu uma vacina nasal que combate um ataque por antraz. De acordo com um comunicado da universidade, partindo do princípio que as vacinas injectáveis ministradas a militares não são 100% eficazes, a equipa criou um sistema que actua no local onde o antraz é inalado e impede que ocorra infecção e desenvolvimento da doença numa fase mais precoce. O grupo vai mais longe, ao assumir que os fins preventivos da vacina alargam-se a outros níveis. De acordo com o comunicado, “a introdução no mercado de uma vacina deste tipo poderá dissuadir a utilização de armas biológicas com antraz”.

O trabalho durou três anos, dando origem a uma protecção imunitária que, diz a coordenadora do grupo, Olga Borges, “promove a produção de anticorpos protectores nas mucosas, formando uma barreira à entrada do antraz na corrente sanguínea”. Nesse sentido, foram desenvolvidas “nanopartículas muco-adesivas que têm como função estimular o sistema imunitário, permitindo que este responda de forma mais eficaz à presença do antigénio (molécula estranha ao organismo) do antraz”. Por outro lado, assegura a investigadora, “as nanopartículas asseguram ainda que a vacina não seja destruída pelas enzimas das mucosas ou que se desloque para o estômago, onde seria inativada pelos ácidos”.

A investigação começou por fazer parte de um projecto europeu, proposto pelo Ministério da Defesa Português e aprovado pela Agência Europeia de Defesa. Mas, devido às restrições orçamentais em curso no nosso país e noutros da UE, e às redefinições de áreas de investigação do Ministério, o projecto ficou sem o financiamento da área da defesa, tendo sido suportado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Fonte: http://sol.pt/noticia/394455

ficha de leitura nº 8

Título: Obesidade na gravidez compromete a imunidade do bebé

Unidade: imunidade e controlo de doenças

Resumo: estudo de uma universidade californiana comprova que a obesidade da progenitora durante a gravidez pode comprometer o desenvolvimento e eficácia do sistema imunitário do bebé. 

Notícia: A obesidade durante a gravidez, além de estar relacionada à ocorrência de diabetes e problemas cardiológicos no filho, compromete o sistema imunológico dos bebês desde o começo de suas vidas, segundo afirma um estudo feito na Universidade da Califórnia.

Para chegar à essa conclusão, a equipe de pesquisadores analisou cordões umbilicais de bebês nascidos de mães magras, com sobrepeso e obesas. Ao todo, foram analisadas 39 mães de diferentes raças na cidade de Portland. Elas não eram fumantes, não tinham diabetes, nem complicações de gestação.

O estudo analisou o índice de massa corporal, que leva em conta o peso e a altura. Do total, 11 mulheres foram consideradas magras, 14 com sobrepeso e as outras 14 eram obesas.

A pesquisa constatou que células do sistema imunológico nos bebês nascidos de mães com alto índice de massa corporal não respondiam a antígenos bacterianos se comparado aos bebês nascidos de mãe magras. Essa diferença pode comprometer a resposta à infecções e vacinas, segundo a pesquisadora Ilhem Messaoudi, que liderou o estudo.

A equipe também concluiu que células responsáveis por promover resposta a alergias e à asma estavam significadamente reduzidas nos sangues dos cordões umbilicais dos bebês filhos de mães obesas.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/05/obesidade-na-gravidez-compromete-imunidade-do-bebe-diz-estudo.html



ficha de leitura nº 7

Título: Cancro da pele/ vírus criado por cientistas traz nova esperança

Unidade: imunidade e controlo de doenças

Resumo: Foi criado em laboratório um virus que promete revolucionar o tratamento do cancro da pele.

Notícia:

Há uma nova esperança para os doentes com cancro da pele. Um tratamento inovador, que utiliza um vírus criado em laboratório, mostrou resultados surpreendentes em vários doentes e os especialistas acreditam que este pode ser um passo para o fim das terapêuticas que apresentam efeitos secundários e riscos para o doente, como a quimioterapia.
O estudo, promovido pelo Instituto de Investigação do Cancro do Reino Unido, mostra que o vírus em causa aumenta a esperança de vida dos doentes com cancro da pele: os doentes viveram mais do que três anos, ao contrário de doentes que não foram submetidos ao novo método.


“Os doentes mostraram uma resposta imunitária ao longo de três anos e isso é algo que, até agora, só podíamos imaginar”, afirmou Gillian Nuttal, fundadora da associação britânica Melanoma.
O tratamento chama-se T-VEC e promove, por um lado, a eliminação das células cancerígenas e, por outro lado, a ativação do sistema imunitário, como explicou o diretor do instituto que liderou a investigação, Paul Workman.


“Normalmente, vemos os vírus como inimigos, mas é o facto de eles terem a capacidade de infetar e eliminar as células do corpo humano que os torna tão importantes nos tratamentos do cancro. Neste caso trata-se de um vírus de laboratório com a capacidade de eliminar as células cancerígenas e estimular uma resposta imunitária."
Atualmente, os tratamentos mais comuns para o cancro da pela utilizam a quimioterapia, a radioterapia e procedimentos cirúrgicos que apresentam efeitos secundários e riscos para a saúde do doente, no futuro. Este novo tratamento, além de provocar poucos efeitos secundários, não traz riscos de maior gravidade para o paciente.

Mais, além de dar uma nova esperança aos doentes com cancro da pele, os cientistas acreditam que pacientes com outro tipo de cancro também possam usufruir desta nova terapêutica.

O estudo foi feito ao longo de mais de três anos em 64 centros de saúde do Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e África do Sul. Os 163 doentes que foram tratados com T-VEC, num estágio avançado da doença, viveram 41 meses, ao invés dos 66 doentes que, sem este método, viveram 21 meses e meio.

No caso de doentes num estágio inicial da doença, a resposta imunitária foi ainda mais pronunciada, o que, para os especialistas, é um sinal de que o vírus pode ter uma grande importância numa primeira linha de tratamento da doença.

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/tratamento/cancro-da-pele-virus-criado-por-cientistas-traz-nova-esperanca