domingo, 31 de maio de 2015

Ficha de Leitura nº8

Unidade: Imunidade e controlo de doenças

Assunto: Vacinação

Resumo: Apesar de ser crucial para impedir o contágio e de ter eliminado ou controlado a maioria das infecções rebeldes, a vacinação obrigatória ainda suscita polémica.

Evitam mais de dois milhões de mortes todos os anos, eliminaram terríveis doenças, proporcionam imunidade perante vírus indómitos e protegem mesmo aqueles que desconfiam delas. Poder-se-ia dizer o mesmo de qualquer super-herói da ficção científica, mas as vacinas, além de reais, são fruto de anos de investigação científica. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), constituem uma das intervenções mais importantes no âmbito da saúde pública: “Além dos milhões de óbitos anuais que contribuem para evitar, também podem impedir dois milhões de disfunções adicionais em crianças menores de cinco anos”, assegura Alison Brunier, porta-voz para a área de Imunização, Vacinas e Produtos Biológicos da OMS.

No entanto, desde finais do século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner criou a primeira vacina contra a varíola, há quem se oponha à aplicação do tratamento preventivo. Entre os opositores, não faltaram (nem faltam) cientistas. É o caso de Andrew Wakefield, um médico britânico que publicou, em 1998, uma investigação recentemente classificada pela revista British Medical Journal (BMJ) como sendo uma esmerada fraude, na qual relacionava a vacina tripla viral (contra o sarampo, a rubéola e a papeira) com o autismo e uma doença gastrointestinal.

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