Espermatozóides de ratos produzidos em laboratório
Ficha de Leitura nº5
Unidade 1: Reprodução humana e manipulação de fertilidade.
Assunto: Investigadores japoneses conseguiram ultrapassar problemas que impediam chegar até aos espermatozóides.
Resumo: Um grupo de investigadores japoneses conseguiram o que muitos pensavam impossível ao conseguirem produzir espermatozóides férteis de ratos num tubo de ensaio, os investigadores admitem que um dos grandes obstáculos era a meiose devido a ser o momento em que todo o ADN se se separa dividindo-se em 2.
Notícia:
Pensava-se
que isso era uma missão impossível, mas um grupo de investigadores
japoneses da universidade de Yokohama conseguiu pela primeira produzir
num tubo de ensaio espermatozóides férteis de ratinhos.
No artigo que publicou agora na revista Nature, o grupo coordenado por Takehiko Ogawa descreve o processo que percorreu, desde as células estaminais que dão origem ao esperma, até à produção dos espermatozóides capazes de fertilizar óvulos e de dar origem a descendência.
Esta nova técnica ajuda a clarificar os processos moleculares envolvidos nessa maturação e pode ajudar no futuro a desenvolver novas terapias para tratar a infertilidade masculina, de acordo com os autores do estudo.
Um dos passos que até agora nunca tinha sido possível ultrapassar era o da meiose, o momento em que o ADN (informação genética) completo se divide em dois. Cada gâmeta (o espermatozóide e o óvulo) contém apenas metade de um genoma. Na sua junção, a partir da fecundação, o futuro ser adquire o ADN completo.
Para ultrapassar esse obstáculo, a equipa de Takehiko Ogawa experimentou alterações no meio de cultura em que estavam a desenvolver-se os espermatozóides, até que conseguiu os ingredientes certos para tudo se processar sem problemas.
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1814517
No artigo que publicou agora na revista Nature, o grupo coordenado por Takehiko Ogawa descreve o processo que percorreu, desde as células estaminais que dão origem ao esperma, até à produção dos espermatozóides capazes de fertilizar óvulos e de dar origem a descendência.
Esta nova técnica ajuda a clarificar os processos moleculares envolvidos nessa maturação e pode ajudar no futuro a desenvolver novas terapias para tratar a infertilidade masculina, de acordo com os autores do estudo.
Um dos passos que até agora nunca tinha sido possível ultrapassar era o da meiose, o momento em que o ADN (informação genética) completo se divide em dois. Cada gâmeta (o espermatozóide e o óvulo) contém apenas metade de um genoma. Na sua junção, a partir da fecundação, o futuro ser adquire o ADN completo.
Para ultrapassar esse obstáculo, a equipa de Takehiko Ogawa experimentou alterações no meio de cultura em que estavam a desenvolver-se os espermatozóides, até que conseguiu os ingredientes certos para tudo se processar sem problemas.
Fonte: http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1814517
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