Unidade: Património Genético
Resumo:Descoberta de rato resistente a veneno de escorpião, publicada na revista Science, tem potencial para ajudar no desenvolvimento de novos analgésicos e antídotos contra o veneno de escorpião.
Notícia:
A descoberta, publicada na revista Science, tem potencial para ajudar
no desenvolvimento de novos analgésicos e antídotos contra o veneno de
escorpião.
De um lado está o Onychomys torridus, um pequeno roedor que não vai além dos 12,5 centímetros e mais parece um peluche inofensivo. Do outro, o Centruroides sculpturatus um escorpião de cor amarela, de sete centímetros e que tem uma das picadas mais dolorosas e que pode até ser mortal.
Na luta entre os dois, estranhe-se, mas quem ganha é o rato e tudo por causa da evolução da espécie.
De acordo com um estudo publicado pela revista Science,
o pequeno roedor desenvolveu uma insensibilidade aos efeitos da picada
deste escorpião, o que lhe permite alimentar-se deste aracnídeo.
Este traço biológico do pequeno rato-gafanhoto norte-americano tem o potencial de não só ajudar os investigadores a desenvolver novos tratamentos contra a dor, mas também ajudar na criação de antídotos contra este tipo de escorpião.
Segundo explica o estudo, é raro assistir-se a este tipo de evolução que neutraliza o mecanismo da dor que permite proteger o corpo de agressões externas ou identificar doenças.
Para perceber como é que este mecanismo funciona, os investigadores estudaram o efeito do veneno do escorpião noutras espécies de ratos desprovidos deste mecanismo biológico.
O veneno deste tipo de escorpião contém neurotoxinas poderosas que atuam sobre o sistema nervoso central e no sistema cardio-vascular, provocando contrações musculares intensas e insuficiência respiratória.
Os testes revelaram que as toxinas do veneno do escorpião ativam alguns recetores da dor nos ratos, como em todos os mamíferos, fazendo-os reagir à dor. No entanto, no rato-gafanhoto essas toxinas neutralizam os mesmos receptores.
Fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3497254&tag=Gen%E9tica&page=-1
Na luta entre os dois, estranhe-se, mas quem ganha é o rato e tudo por causa da evolução da espécie.
Este traço biológico do pequeno rato-gafanhoto norte-americano tem o potencial de não só ajudar os investigadores a desenvolver novos tratamentos contra a dor, mas também ajudar na criação de antídotos contra este tipo de escorpião.
Segundo explica o estudo, é raro assistir-se a este tipo de evolução que neutraliza o mecanismo da dor que permite proteger o corpo de agressões externas ou identificar doenças.
Para perceber como é que este mecanismo funciona, os investigadores estudaram o efeito do veneno do escorpião noutras espécies de ratos desprovidos deste mecanismo biológico.
O veneno deste tipo de escorpião contém neurotoxinas poderosas que atuam sobre o sistema nervoso central e no sistema cardio-vascular, provocando contrações musculares intensas e insuficiência respiratória.
Os testes revelaram que as toxinas do veneno do escorpião ativam alguns recetores da dor nos ratos, como em todos os mamíferos, fazendo-os reagir à dor. No entanto, no rato-gafanhoto essas toxinas neutralizam os mesmos receptores.
Fonte: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=3497254&tag=Gen%E9tica&page=-1
Nenhum comentário:
Postar um comentário